23 julho 2013
16 julho 2013
Pró-Parto
Pró-Parto
Grupo de Apoio do projeto Protagonistas do Parto
Encontro de Casais Grávidos e Interessados
Encontros Quinzenais
Julho:
18/07 - Inauguração
19h30 às 22h00 - Recepção - coffee e Consultoria e Venda de Slings
20h às 21h30 - Tema: Locais de Parto
Agosto:
01/08 - Parto Normal, Humanizado e Cesárea
15/08 - Plano de Parto e Relato de parto
29/08 - O papel da Doula
Apoio: Espaço Muv
Rua Gaurama, 78 - Jd. França
São bem-vindos gestantes, pais, avós, tios, doulas, parteiras, mães com bebês e interessados no tema.
*Contribuições voluntárias para a locação do espaço.
Apoio:
06 maio 2013
Materiais sobre o parto humanizado
Livros
-Parto normal ou Cesárea - Simone Grilo Diniz e Ana Cristina Duarte
- Parto Ativo - Guia prático para o parto natural - Janet Balaskas
- Parto com amor - Em casa, com parteira, na água, no hospital. Histórias de nove mulheres que vivenciaram o parto humanizado.
- A Maternidade e o encontro com a própria sombra - Laura Gutman
- Nascer Sorrindo - Leboyer
- Quando o corpo conscente - Marie e Thérèse Bertherat e Paula Brune
- O Renascimento do parto - Michel Odent
Vídeos:
Renascimento do Parto - Promo do filme, explica sobre o parto no Brasil
https://www.youtube.com/watch?v=3B33_hNha_8
Parto Humano - Tudo sobre parto humanizado e doulas.
Parto da Sabrina
Chegada da Iasmin
Sobre Orgasmic Birth
Entrevista com Naoli Vinaver
Entrevista com Ana Cristina Duarte
Grupos que discutem parto natural no yahoo:
materna_sp (pessoal do gama)
partonosso (todo o brasil)
noveluas (pessoal da casa moara)
Grupo Facebook
Parto Natural - https://www.facebook.com/groups/240417759351930/
VBAC - Parto normal após cesárea - https://www.facebook.com/groups/286813214666709/
Relatos de parto e sites:
Tem no site do Gama http://www.maternidadeativa.com.br/
No site da Casa Moara http://casamoara.com.br/
Parto do principio http://www.partodoprincipio.com.br/
Palestras e encontros gratuitos
Palestras e encontros gratuitos para gestantes e casais gravidos, pra falar sobre parto
- Gama
http://www.maternidadeativa.com.br/
as quintas das 20h as 22h30 Vila Madalena: R. Natingui, 380
as quartas das 20h as 22h rua Guararapes, 634, Brooklin Paulista, São Paulo, SP PROFISSIONAIS
Marcadores:
Casa de Parto,
doula,
filmes de parto,
livros de parto,
parto da sabrina,
parto humanizado,
Parto Natural,
Plano de Parto,
relatos de parto,
renascimento do parto
15 março 2013
O que a doula faz?
Video um pouco antigo sobre o trabalho da doula, bem informativo, e ainda mostra um pouco da Casa de Parto Sapopemba.
Marcadores:
Casa de Parto,
doula,
doula na zona norte,
encontro gestantes,
o que é doula,
parto humanizado,
Parto Natural,
Parto normal,
Plano de Parto,
Protagonistas do parto,
são paulo doula
02 março 2013
Lista de Parteiras do Brasil
Lista de Parteiras do Brasil
Esta lista foi feita com o intuito de AJUDAR gestantes a encontrarem suas parteiras, sejam para terem acompanhamento hospitalar ou domiciliar...Se algum profissional se sentir ofendido por fazer parte dela, favor enviar uma mensagem que será retirado da mesma.
São Paulo
- Andrea Campos
Tel: 5096-2318, 3021-1323 e 9231-4887
e-mail: draandreacampos@me.com
- Betina Bittar
Tel: 11 2309-8666
14 3882-8460
- Priscila Huguet
Email: prihuguet@yahoo.com.br
Telefone: (19) 30443034, 32898082
Site: www.drapriscilahuguet.com.br
- Primaluz
Parteiras Contemporaneas
Site: www.primaluz.com.br
atendem Sorocaba e região, Campinas e região, São Paulo
- Márcia Koiffman
Contato: 11 5092-6436 / 11 9106-8240
- Priscila Colacioppo
Contato: 11 9358-7862 / 15 9771-7044
- Karina Fernandes Trevisan
Facebook: https://www.facebook.com/
Tel: 11 6799 1639
- Vilma Nish
tel.: (11) 5579 5118 (res)
email: vilmanishi@ig.com.br
Atende no consultório da Selma Canoas - 3032-4090
- Ivanilde Rocha
Contatos: (11) 8400-9935 ou (11) 6564-4464
E-Mail: ivanilderocha@hotmail.com
Site: www.parteiraivanilderocha.com/
Perfil do facebook: https://www.facebook.com/
- Ana Garbulho
Obstetriz & Consult. Amamentação
Facebook: http://www.facebook.com/
E-mail: ana.garbulho@terra.com.br
Tel: (11) 7201 0272
- Deborah Klimke:
site: http://www.viradadalua.com.br/
tel: (11) 5041-7423
- Carla Andreucci Polido
Tel: 16- 3371-9090
E-mail: carlapolido@terra.com.br
- Debora Banhado
Site: www.tiacegonha.blogspot.com
E-mail: tiacegonha@gmail.com
Contato: 11 8892-4670
- Cristina Balzano Guimarães
Obstetriz, Fisioterapeuta e Prof. de yoga e shantala
São Paulo e grande São Paulo
Contato: 11- 7153-5808
- Marcilha Louzada e Nely Rolli
Contato: 11 2062 1966
Formação: Enfermeiras Obstetras
Site: www.casadasparteiras.com.br
E-mail: casadasparteiras@casadaspartei
- Catia Chuba
Médica ginecologista e obstetra
com ampliação em medicina antroposófica
Contatos: (11) 5687-3799 / 5524-9054 /
E-Mail: catiachuba@clinicatobias.com
- Rosemary Pereira
Enfermeira Obstetra
Facebook: https://www.facebook.com/
Interior de São Paulo
- Braulio Zorzella
Interior de SP (Jaú, Bauru, Brotas, Dois Córregos e arredores)
E-mail: drbraulioboss@hotmail.com
Blog: http://
Contato 14-96338842 ou 14-36227377
São José dos Campos
- Patricia Borges: https://www.facebook.com/
- Kátia Zeny: https://www.facebook.com/
Rio de Janeiro
- Dielly Miranda:
Facebook: http://www.facebook.com/
RJ e medio paraiba (Volta redonda, barra mansa, rio, cidades marginais
à dutra nessa regiao)...
e-mail: Dielly@mail.com
site: www.partolandia.blogspot.com
- Heloísa Lessa
Enfermeira Obstétrica/ Parteira
Contato: (21) 8863-2815
- Maysa Luduvice
Enfermeira Obstétrica
E-mail: maysa.luduvice@gmail.com
- Sabrina Seibert
Enfermeira Obstétrica/ Parteira
Contato: (21) 7926-9311
E-mail: sabrinaseibert@yahoo.com.br
- Márcia Araújo
Enfermeira Obstétrica
Contato: (21) 6929-5577
E-mail: marevit@ig.com.br
- Marilanda Lima
Contato: 21 3474-2794 / 9533-8216
21 8161-4125
email: marilandalima@oi.com.br
- Claudia Orthof
E-mail: claudiaopl@imagelink.com.br
E-mail 2: Claudia.orthof@rehuna.org.br
- Stella Marina Ferreira
Obstetra
Tels: (21) 2284.2208 e 2264.2714
- Lílian May
Obstetra
Tel: (21) 2549.8986
E-mail: lmsd@domain.com.br
Obstetra
Tel: (21) 2549.8986
E-mail: lmsd@domain.com.br
- Francisco Vilella
Obstetra
Tels: (21) 3803.7843 e 3803.8140
Tels: (21) 2539.1266 e 2286.0380
E-mail: villela@alternex.com.br
- Antonio Carlos de Oliveira
Tel: 21 3820 9991 / 21 2541 0890
- Rodrigo Viana
Tel.: (21) 2717-6582
Cel.: (21) 8112-6799
- Raquel Iozzi
email: raquelli.iozzi@yahoo.com.br
tels: (21) 2451-1655 ou (21) 9745-4345
- Equipe Hanami
(Enfermeiras Obstetras)
Site: www.partodomiciliar.com.br
- Edilsa Araújo
Tel.: (84) 3222-8772
- Adelita Gonzalves
contato: 41 8409-3501
e-mail: partoluar@gmail.com
- Maria Rita Almeida
contato: 41 9905-3982
e-mail: partoluar@gmail.com
- Aline Calça
contato: 41 9650-9720
e-mail: partoluar@gmail.com
- Odete Cândido
Tel: (31) 9357-9942 (TIM) - (31) 8631-5406 (OI)
E-mail: odetepregal@yahoo.com.br
- Carla Daher
Clínica Ventre livre
Tel: 31 3447-2579
- Caren Cupertino
Obstetra
Tels: (61) 3245 1322
End: SHLS 716, conjunto C,
consultório 12 (ASA SUL)
- Frederico Luis Felipe Coelho
Obstetra
Tels: (61) 3245 2003 / 9982 2155
End: SHLS 716 conj.A, Sala 303 -
Ed Unimed – Brasília – DF
- Jussara Pasquali
Obstetra
Tels: (61) 3328-0489 / 9975 6333 /
3335 0188 / 3233 0064
End: Atende pela AMIL na SCN Qd 05 blA sala 1021 -
Torre Norte, Brasília Shopping e pelo SUS no Posto de Saúde da 408 norte
- Kelly Cavalcante
Enfermeira Obstétrica
Tel: (61) 8540 8398
E-mail: kellycavalcante@yahoo.com.br
- Melissa Martinelli
Enfermeira Obstétrica
Tel: (61) 8166 0981
E-mail: melissamartinellipartonatural@ hotmail.com
- Paloma Terra
Parteira
Tel: (61) 8547 2222
E-mail: paloma_terra@hotmail.com
- Petrus Sanchez
Obstetra
Tel: (61) 3248 0932
End: Clinica SAGO – Anexa ao Hospital Brasília
- Rachel Costa Vinhaes dos Reis
Obstetra
Tels: (61) 3245 1322 / 9982 8600
End: Hospital Santa Lúcia, SHLS 716, Sul Bloco C, sala12
- Silvéria Santos
Enfermeira Obstétrica, Parteira e Educadora Perinatal
Tels: (61) 3307 2140 / 9291 5308
E-mail: silveria@unb.br
- Helio Bergo
Tels: (61) 346-3185 / 346-3185
- Vera Lúcia Coimbra
Tel: (61) 248 1497 / 226 7963
- Suely Carvalho
Parteira Tradicional
Contatos: 81 8784-3801
E-mail: caisdoparto.org@gmail.com
Facebook: http://www.facebook.com/ suely.carvalho.1276
Site: www.caisdoparto.blogspot.com
- Marcely Carvalho
Parteira Tradicional
Contato: 81 8228.1861(Vivo)
81- 8642-6353 (Oi) / fixo:3011-0908
Site: www.caisdoparto.blogspot.com
- Danieli Siqueira
coordenadora do Grupo Gestar
Contato: 81 9798-9673 / 81 8798-5126
Site: http:// ggestar.blogspot.com.br/
- Tatianne Frank
Enfermeira Obstetra
Contato: 81 9766-5123
- Dona Maria dos Prazeres
Parteira Tradicional e Enfermeira Obstetra
Contato: 81 3249-6277
- Regine Marton
E-mail pessoal: parteiranagua@gmail.com
Contato: (84) 87116043/ 99677553
Site profissional: https://sites.google.com/site/ oceanbirthweaver/Home
- Dona Josefa da Guia
Parteira Tradicional
Contato: 079 9819-8906
- Mary Lúcia Galvão
Facebook: http://www.facebook.com/ marylucia.galvao
PARTEIRAS TRADICIONAIS
Obstetra
Tels: (21) 3803.7843 e 3803.8140
Tels: (21) 2539.1266 e 2286.0380
E-mail: villela@alternex.com.br
- Antonio Carlos de Oliveira
Tel: 21 3820 9991 / 21 2541 0890
- Rodrigo Viana
Tel.: (21) 2717-6582
Cel.: (21) 8112-6799
- Raquel Iozzi
email: raquelli.iozzi@yahoo.com.br
tels: (21) 2451-1655 ou (21) 9745-4345
Rio Grande do sul
- Equipe Hanami
(Enfermeiras Obstetras)
Site: www.partodomiciliar.com.br
Rio Grande no Norte
- Edilsa Araújo
Tel.: (84) 3222-8772
Curitiba
- Adelita Gonzalves
contato: 41 8409-3501
e-mail: partoluar@gmail.com
- Maria Rita Almeida
contato: 41 9905-3982
e-mail: partoluar@gmail.com
- Aline Calça
contato: 41 9650-9720
e-mail: partoluar@gmail.com
Belo Horizonte
- Odete Cândido
Tel: (31) 9357-9942 (TIM) - (31) 8631-5406 (OI)
E-mail: odetepregal@yahoo.com.br
Brasília
- Carla Daher
Clínica Ventre livre
Tel: 31 3447-2579
- Caren Cupertino
Obstetra
Tels: (61) 3245 1322
End: SHLS 716, conjunto C,
consultório 12 (ASA SUL)
- Frederico Luis Felipe Coelho
Obstetra
Tels: (61) 3245 2003 / 9982 2155
End: SHLS 716 conj.A, Sala 303 -
Ed Unimed – Brasília – DF
- Jussara Pasquali
Obstetra
Tels: (61) 3328-0489 / 9975 6333 /
3335 0188 / 3233 0064
End: Atende pela AMIL na SCN Qd 05 blA sala 1021 -
Torre Norte, Brasília Shopping e pelo SUS no Posto de Saúde da 408 norte
- Kelly Cavalcante
Enfermeira Obstétrica
Tel: (61) 8540 8398
E-mail: kellycavalcante@yahoo.com.br
- Melissa Martinelli
Enfermeira Obstétrica
Tel: (61) 8166 0981
E-mail: melissamartinellipartonatural@
- Paloma Terra
Parteira
Tel: (61) 8547 2222
E-mail: paloma_terra@hotmail.com
- Petrus Sanchez
Obstetra
Tel: (61) 3248 0932
End: Clinica SAGO – Anexa ao Hospital Brasília
- Rachel Costa Vinhaes dos Reis
Obstetra
Tels: (61) 3245 1322 / 9982 8600
End: Hospital Santa Lúcia, SHLS 716, Sul Bloco C, sala12
- Silvéria Santos
Enfermeira Obstétrica, Parteira e Educadora Perinatal
Tels: (61) 3307 2140 / 9291 5308
E-mail: silveria@unb.br
- Helio Bergo
Tels: (61) 346-3185 / 346-3185
- Vera Lúcia Coimbra
Tel: (61) 248 1497 / 226 7963
Recife
- Suely Carvalho
Parteira Tradicional
Contatos: 81 8784-3801
E-mail: caisdoparto.org@gmail.com
Facebook: http://www.facebook.com/
Site: www.caisdoparto.blogspot.com
- Marcely Carvalho
Parteira Tradicional
Contato: 81 8228.1861(Vivo)
81- 8642-6353 (Oi) / fixo:3011-0908
Site: www.caisdoparto.blogspot.com
- Danieli Siqueira
coordenadora do Grupo Gestar
Contato: 81 9798-9673 / 81 8798-5126
Site: http://
- Tatianne Frank
Enfermeira Obstetra
Contato: 81 9766-5123
- Dona Maria dos Prazeres
Parteira Tradicional e Enfermeira Obstetra
Contato: 81 3249-6277
Natal
- Regine Marton
E-mail pessoal: parteiranagua@gmail.com
Contato: (84) 87116043/ 99677553
Site profissional: https://sites.google.com/site/
Sergipe
- Dona Josefa da Guia
Parteira Tradicional
Contato: 079 9819-8906
Salvador
- Mary Lúcia Galvão
Facebook: http://www.facebook.com/
PARTEIRAS TRADICIONAIS
Para saber mais sobre parteiras tradicionais http:// parteirastradicionais.wordpress .com/ campanha-parteiras-tradicionais /
14 fevereiro 2013
Partolândia
A partolândia
(Esse texto não é meu, mas achei super inspirador e não gostaria que sumisse, portanto estou compartilhando - o blog mencionado na fonte saiu do ar)
Existe um lugar secreto pra onde podemos ir. É um lugar pouco divulgado, antes mais pessoas visitavam, hoje apenas uma minoria tem a oportunidade de ir até lá. Mas todas as pessoas que já foram costumam descrever-lo como um lugar mágico.
Eu mesma nunca tinha ouvido falar. Depois que comecei a freqüentar grupos de mulheres que relatavam seus partos passei a ouvir a tal frase misteriosa: “então entrei na partolândia” e eu me perguntava: “que raio é esse de partolândia? Como se faz pra ir até lá? Pra quê ir até lá? O que tem lá?”.
Pra variar, fui estudar o assunto e descobri um mundo à parte. A verdade é que a partolândia tem vários endereços. Ela está dentro de cada fêmea deste mundo. Não é feita de conceito, não tem forma definida, não é construída através de cultura ou criação. Ela simplesmente está lá. E não requer exercícios específicos, treinamentos pra saber entrar nela. Nem se trata de um privilégio pra poucas. Sendo uma mulher prestes a parir, já é suficiente pra se ter o ingresso nas mãos.
O problema é que hoje em dia há trombadinhas especialistas em roubar tal ingresso das mãos de mulheres em trabalho de parto. Nem sempre esses trombadinhas são pessoas necessariamente. Algumas mulheres chegam a entrar na partolândia e são arrancadas de lá. Outras nem chegam a conhecer esse maravilhoso lugar e nem ficam sabendo de sua existência. Na verdade, alguns trombadinhas são bem intencionados, mas por não saberem da existência da partolândia e suas maravilhas, num ato que acreditam ser benéfico acabam tirando essa oportunidade da parturiente.
Hoje em dia o maior medo de uma gestante é o de sentir muita dor no trabalho de parto. É um pavor que vem sendo cultivado pela nossa sociedade através de uma catequização constante de que o parto é sofrido e doloroso. Vemos mulheres sofrendo horrores no parto em novelas, filmes e até programas de TV que prometem mostrar um parto real. Quantas vezes assisti a partos Frank (frankstein) no Discovery Home & Health com mulheres urrando de dor em posição frango assado suplicando pela anestesia com médicos e enfermeiras ao seu redor fazendo toque a todo momento pra saber a quantas anda a dilatação e falando o tempo todo com essa mulher: “vamos, faça força! Respira! Vamos! De novo! No 3 hein! 1-2-3, forçaaa!”. A coitada lá, suando, fazendo respiração cachorrinho quando de repente vem um anestesista e acaba com o sofrimento. Ela continua fazendo força, mas agora não se sabe por que o bebê não sai. Gritam com ela: “você não está fazendo força o suficiente! Vamos, força!”. O bebê então entra em sofrimento fetal visto através dos batimentos cardíacos no cardiotoco ligado desde o momento em que a mãe chegou na maternidade. O médico apela pro fórceps de alívio. Algumas vezes dá certo, outras não e a cesariana finalmente salva a vida do bebê. Em novelas da Globo é comum ver mulheres com um pano na boca pra morder de tanta dor, gritando e uma parteira molhando uma compressa (que até hoje não sei pra que serve) numa bacia de água. Essas verdadeiras visões do inferno contribuem pra que se propague cada vez mais uma visão negativa e aterrorizante de um evento natural, fisiológico e cheio de significado na vida de um ser-humano.
O medo da dor é reforçado através de relatos tenebrosos de parto normal que sempre culminam em tragédias. Depois de muito sofrimento materno, a maioria deles termina em crianças com retardo mental por falta de oxigenação, morte por enforcamento pelo cordão umbilical, morte por decapitação pelo fórceps e outras atrocidades. Geralmente as explicações são associadas ao corpo da mãe que não se comportou como deveria ou por ser defeituoso (falta de abertura, falta de dilatação, força insuficiente) ou como se fosse traiçoeiro (o bebê passou do tempo e começou a sofrer dentro da mãe, por exemplo). Mas tudo isso eu já falei em posts anteriores. O problema é que essa dor horrenda e esses episódios de sofrimento materno e fetal têm em 99% dos casos alguns fatores em comum que são ignorados pela maioria: ocorrem em maternidades, são explicados e registrados em prontuários por médicos e a mulher encontra-se em uma situação sempre semelhante: rodeada de pessoas (em sua maioria desconhecidas), num ambiente frio com luz forte, posição frango assado, restringida, etc. E a grande maioria não conhece a partolândia.
Seria o caso de perguntar: o que o hospital/maternidade tem a ver com o sofrimento, com a dor com o fato dessas mulheres não conhecerem a partolândia? O que a falta da partolândia tem a ver com o sofrimento? Afinal de contas...o que é essa partolândia?!? Então vamos nos aprofundar mais nisso.
O ser humano tem o cérebro mais avançado do reino animal. Isso se deve à formação do neocórtex, uma camada fina encontrada em volta do cérebro. O neocortex é responsável pelos pensamentos, pelo raciocínio. Abaixo do cérebro temos uma glândula famosa chamada hipotálamo. Ele é responsável pelo comportamento instintivo de todos os animais, inclusive nós humanos. Controla o sistema involuntário que mantém a temperatura, produz a fome quando precisamos nos alimentar secretando hormônios que atuam nas glândulas supra-renais. As supra-renais liberam outros hormônios que atuam diretamente no nosso comportamento em diferentes situações. Portanto, é o Hipotálamos que desencadeia processos primordiais para a continuação da espécie.
Para preservar a espécie, somos levados a dormir, acordar, caçar (na antiguidade), comer, beber, fazer necessidades, fazer sexo, gestar, parir, cuidar das crias, defender-se, fugir do perigo, etc. Cada comportamento é regido por uma cascata de hormônios e neurotransmissores (substâncias cerebrais) que em algumas circunstâncias podem ter sua secreção prejudicada pela ativação inadequada do neocortex.
O neocortex é ativado através de estímulos externos que levam o individuo à situação de alerta, como a necessidade de raciocinar. Perguntas, luz forte, ser observado, etc. Quando o neocortex é ativado, o hipotálamo pode sofrer um rebaixamento de sua atividade. Outras vezes, a ativação do neocortex leva a uma interpretação da situação que exige que o hipotálamo secrete uma substância contrária à que estava sendo secretada anteriormente. Por exemplo: uma substância secretada no estado de relaxamento que pode levar ao êxtase ou ao sono pode ser interrompida por um barulho que é interpretado como perigo levando o individuo a secretar adrenalina. O mesmo ocorre quando se é tocado repentinamente ou quando algo nos estressa. Pode ser o apito de uma máquina que verifica os batimentos cardíacos, a cara de preocupação do médico, uma enfermeira irritante, o marido nervoso, a sogra apavorada.
Então imaginemos uma pessoa adormecendo. Ela repousa num ambiente tranqüilo, com pouca ou nenhuma luz, silencioso ou com um som de fundo quase que hipnótico, ela vai se desligando dos problemas, dos pensamentos, entrando num estado de consciência completamente diferente como se mergulhasse em si mesma e finalmente dorme. A partir daí passa por vários estágios do sono a começar por alpha, que serão repetidos algumas vezes durante esse período de descanso. Com certeza se ocorrer um barulho, se acenderem uma luz forte na cara dessa pessoa, se tocarem nela principalmente de forma abrupta, se começar a fazer muito frio, se começarem a fazer perguntas ou se ela se sentir observada, seu estado muda automaticamente para a vigília e o sono é interrompido. E assim é um trabalho de parto (TP).
O TP deve ser comparado às necessidades básicas (principalmente dormir e fazer sexo) porque é igualmente regido pelo hipotálamo. Quando nos deixamos levar pelo TP em si sem nenhuma interrupção externa, sem nenhuma intervenção, somos automaticamente levadas á partolândia. Portanto, a partolândia nada mais é do que um estado de consciência que permite à mulher se comportar de maneira instintiva. A introspecção é o primeiro sintoma e isso pode começar dias antes quando a mulher começa a não querer participar de eventos coletivos e prefere ficar em um ambiente que julga seguro (na maioria das vezes sua própria casa) esperando a hora chegar. Quando o TP se inicia, a introspecção começa a ficar mais evidente mostrando a necessidade de fazer uma viagem para dentro de si.
Em muitos relatos de parto natural (sem intervenções) observo que as mulheres começam contando detalhadamente cada acontecimento e conforme o relato é desenvolvido, os detalhes vão se perdendo. Isso se deve à mudança de estado de consciência dessas mulheres que acabam por se desligar do mundo externo e entrar na partolândia onde apenas sensações são registradas e os pensamentos são quase inexistentes. Muitas vezes não se lembram quem estava presente, o que falaram. Apenas as sensações são descritas e eu nunca li ou ouvi nada parecido com sofrimento. Assim como quando dormimos ou temos um sexo satisfatório que nos leva a um orgasmo.
Há tempos já se sabe as principais substâncias secretadas durante a estadia na partolândia. No entanto, sabia-se apenas suas funções fisiológicas e que suas quantidades se modificam em cada estágio do TP. A ocitocina é responsável pela contração e a dilatação uterina. É a primeira a ser secretada no TP. As endorfinas atuam como analgésicos naturais relaxando a musculatura esquelética e diminuindo as sensações dolorosas. A adrenalina torna a atividade de expulsão do feto, no final do TP, mais eficaz. Hoje já se sabe que a atuação dessas substâncias vai além do físico alterando o comportamento, o que pode facilitar o entendimento das necessidades da parturiente e inclusive saber quanto seu útero está dilatado apenas observando como ela se comporta evitando, assim, toques desnecessários que podem tirar a mãe da partolândia.
Nota-se que nos partos naturais, logo após o nascimento, a mulher tende a posicionar-se de joelhos ou a sentar-se. Esta liberação de adrenalina é favorável aos mamíferos em geral, pois coloca a fêmea em situação de alerta. O bebê recebe parte desses hormônios do parto e, ao nascimento, está com as pupilas dilatadas. Ambos, o bebê e a mãe, possuem então condições fisiológicas para o contato olho no olho, fundamental na espécie humana.
A ocitocina é chamada de hormônio do amor por estar presente durante o orgasmo. Assim como no parto, a mulher não consegue chegar às vias de fato se não se entregar e se desligar do mundo externo. E só há entrega se ela estiver se sentindo à vontade e segura, num ambiente que propicia a concentração. Durante o orgasmo, assim como no TP, a ocitocina promove a contração uterina e é por todas essas semelhanças que dizemos que o parto faz parte da vida sexual dessa mulher. Portanto, o ambiente adequado pra ela parir é semelhante ao que ela considera ideal para fazer sexo. Um ambiente inadequado pode gerar inibição, medo, irritação e outras sensações desagradáveis que a fazem liberar adrenalina. Nesta fase do TP, a adrenalina compete receptores sensoriais com a ocitocina, o que quer dizer que a adrenalina inibe o efeito da ocitocina retardando o TP e aumentando a dor. A partir do momento em que o bebê nasce, a taxa de ocitocina na mulher chega ao seu ápice e é passada para o bebê através do cordão umbilical. Desse modo, ao se olharem, mãe e filho criam um vínculo forte que acelera o estabelecimento de uma interdependência que mais tarde culmina no amor entre os dois.
A ação das endorfinas é potente. Até a mulher atingir 8cm de dilatação a dor vai aumentando, porém continua suportável. A função da dor é estimular a secreção das endorfinas que trarão uma sensação prazerosa e concomitantemente a diminuição da dor. Principalmente se a secreção e propagação de endorfinas forem aceleradas através do relaxamento muscular e da dilatação dos vasos sanguíneos. Pra isso, existem métodos como massagem e água quente na região lombar.Se um estímulo externo tirar a parturiente da partolândia causando susto, constrangimento ou medo, ela liberará adrenalina que tem ação vaso-constritora dificultando a chegada das endorfinas, o que aumenta consideravelmente a dor. A partir da dilatação total (10cm), a maioria dos relatos revela que a dor diminui, isso comprova que a secreção de endorfinas já está a todo vapor. São opiáceos da família da morfina que não só tiram a dor mas ajudam a mulher a entrar nesse estado de consciência alterado e prazeroso. Hoje é sabido que o bebê também já secreta suas endorfinas e experimenta sensação semelhante durante o parto.
Com dilatação total, a ação da adrenalina se torna importante para a fase expulsiva do TP. Sua secreção nesse momento permite a ejeção. No sexo é responsável pela ejaculação, na amamentação é responsável pela ejeção do leite e no parto é responsável pela expulsão do bebê. A mulher se torna atenta, algumas vezes agressiva na medida exata para finalizar o TP e para cuidar de seu bebê assim que ele nasce. É comum ainda um estado de euforia devido às endorfinas combinado com a sensação de extrema energia e alerta importantes nesse momento. A dor simplesmente não existe mais. Os relatos são unânimes.
Durante a gestação, a mulher secreta prolactina que é responsável pela fabricação do leite. Este leite (chamado de colostro num primeiro momento) é armazenado nos alvéolos das mamas. Ao redor desses alvéolos existem células musculares que ao se contraírem, fazem com que os alvéolos secretem o leite. No momento do parto, o alto nível de ocitocina promove essa contração culminando na ejeção do leite por conta da adrenalina. Esse é o motivo pelo qual o leite desce mais rápido num parto natural.
Infelizmente, muitos médicos ignoram a partolândia criando protocolos infundados nas maternidades cheios de intervenções invasivas e desnecessárias. O fato da mulher ter de responder a uma série de perguntas faz com que ela ative o neocortex por ter de raciocinar o lado primitivo do cérebro e, portanto, dificultando o ingresso á partolândia. A sala fria desconcentra. Muitas pessoas observando inibe. Toques vaginais freqüentes também. A luz forte ativa o estado de alerta e o ambiente estranho gera insegurança. O fato da mulher ficar restringida numa maca desconfortável sem poder mudar de posição é uma das coisas que mais dificulta (se não impedir) o ingresso á partolândia. Além de desconfortável e inibitória, a posição de frango assado (proibida durante toda a gestação) faz com que o peso do útero e do bebê comprimam a artéria que leva oxigenação para o bebê, além de impedir a ação da gravidade (utilizada no parto de cócoras), o que dificulta a saída do bebê. Esta posição é a campeã de TPs demorados regados a dor materna e sofrimento fetal por falta de oxigenação adequada, culminando em intervenções que se não fosse tal posição seriam desnecessárias.
Isto não quer dizer que uma mulher que não ingressa na partolândia não ame seu filho ou não consiga amamentá-lo. Mas sem dúvida entrar em TP e realizar um parto natural propicia uma experiência única para mãe e filho. Geralmente, ao entrar na partolândia, a mulher vivencia um mergulho em si mesma que modifica seu modo de ver o mundo e a si mesma. É uma experiência que permite o auto-conhecimento num nível que de outra forma seria impossível. Ela experimenta de forma intensa do que seu corpo é capaz e do que ela é capaz, mudando sua auto-estima. Relatos constantemente descrevem que após o parto sentem-se capazes de absolutamente tudo. Muitas inseguranças vão embora. É comum mulheres que foram à partolândia mudarem seu comportamento com relação ao que a sociedade preconiza. Segura de si, a mulher da partolândia dificilmente sucumbe aos padrões estéticos, profissionais e morais ditados e acredita mais nas suas vontades. Desse modo, desenvolve menos depressão pós-parto, menos problemas com amamentação e vivencia um amadurecimento mais precoce.
Tal amadurecimento é vivenciado a partir do momento em que o vinculo mãe-filho fortificado pela ação da ocitocina é, posteriormente, sedimentado pela prolactina. A prolactina também tem um efeito comportamental. Ao passar pela partolândia e ter altos níveis de ocitocina, esta felizarda mãe também experimenta altos níveis de prolactina (níveis esses impossíveis de serem alcançados por quem não foi à partolândia). A prolactina tende a provocar estados mentais de subordinação e submissão às leis da natureza. Isto vem sendo amplamente estudado e comprovado na Suécia. Esta subordinação aumenta a adaptabilidade às necessidades do bebê. Este vem sendo apontado como um dos motivos para que mães visitantes da partolândia terem maior sucesso na amamentação.
A amamentação não é inata e nem fácil. Mas os altos níveis de prolactina permitem uma melhor adaptação e uma maior força de vontade para driblar os problemas e conseguir amamentar o bebê. Além disso, é comum que mães da partolândia (como as índias e de mulheres de outros países também) amamentem durante anos. Isto porque a modernização do parto juntamente com a necessidade de trabalhar fora faça com que a prolactina seja liberada em menor quantidade e por um período curto de tempo, provocando um desmame precoce.
São comuns as queixas de uma amamentação sofrida, cheia de frustrações e sensações ruins que levam algumas mães e verem esse período com sofrimento e sucumbirem a explicações sem fundamento do tipo: “tenho pouco leite” ou “meu leite não sustenta” para justificarem um comportamento repulsivo á amamentação que nem elas sabem explicar, mas que gera culpa. Já as mães que passaram pela partolândia costumam relatar experiências felizes com a amamentação e chegam a lastimar quando o filho dá o grito de independência não pedindo mais o peito. É nesse momento que nota-se uma tendência maior de se doar nas mães da partolândia.
*Fonte: Nasce uma nova mamãe
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30 janeiro 2013
Exemplo de Plano de Parto
Exemplo de plano de parto de um casal que optou por um parto hospitalar:
"Estamos cientes de que o parto pode tomar diferentes rumos. Abaixo listamos nossas preferências em relação ao parto e nascimento do nosso filho, caso tudo transcorra bem. Sempre que os planos não puderem ser seguidos, gostaríamos de ser previamente avisados e consultados a respeito das alternativas.
Trabalho de parto:
- presença de meu marido e doula.
- sem tricotomia (raspagem dos pelos pubianos) e enema (lavagem intestinal).
- sem perfusão contínua de soro e ou ocitocina
- liberdade para beber água e sucos enquanto seja tolerado.
- liberdade para caminhar e escolher a posição que quero ficar.
- liberdade para o uso ilimitado da banheira e/ou chuveiro.
- monitoramento fetal: apenas se for essencial, e não contínuo.
- analgesia: peço que não seja oferecido anestésicos ou analgésicos. Eu
pedirei quando achar necessário.
- sem rompimento artificial de bolsa
Parto:
- prefiro ficar de cócoras ou semi-sentada (costas apoiadas).
- prefiro fazer força só durante as contrações, quando eu sentir vontade, em
vez de ser guiada. Gostaria de um ambiente especialmente calmo nesta hora.
- não vou tolerar que minha barriga seja empurrada para baixo.
- episiotomia: só se for realmente necessário. Não gostaria que fosse uma
intervenção de rotina.
- gostaria que as luzes fossem apagadas (penumbra) e o ar condicionado
desligado na hora do nascimento. Gostaria que meu bebe nascesse em
ambiente calmo e silencioso.
- gostaria de ter meu bebe colocado imediatamente no meu colo após o parto
com liberdade para amamentar.
- gostaria que o pai cortasse o cordão após o mesmo ter parado de pulsar.
Após o parto:
- aguardar a expulsão espontânea da placenta, sem manobras, tração ou
massagens. Se possível ter auxílio da amamentação.
- ter o bebê comigo o tempo todo enquanto eu estiver na sala de parto, mesmo
para exames e avaliação.
- liberação para o apartamento o quanto antes com o bebê junto comigo. Quero
estar ao seu lado nas primeiras horas de vida.
- alta hospitalar o quanto antes.
Cuidados com o bebê:
- administração de nitrato de prata ou antibióticos oftálmicos apenas se
necessário e somente após o contato comigo nas primeiras horas de vida.
- administração de vitamina K oral (nos comprometemos em dar continuidade
nas doses).
- quero fazer a amamentação sob livre demanda.
- em hipótese alguma, oferecer água glicosada, bicos ou qualquer outra coisa ao bebê.
- alojamento conjunto o tempo todo. Pedirei para levar o bebê caso esteja muito cansada ou necessite de ajuda.
- gostaria de dar o banho no meu bebê e fazer as trocas (ou eu ou meu marido).
Caso a cesárea seja necessária:
- exijo o início do trabalho de parto antes de se resolver pela cesárea.
- quero a presença da doula e de marido na sala de parto.
- anestesia: peridural, sem sedação em momento algum.
- na hora do nascimento gostaria que o campo fosse abaixado para que eu possa vê-lo nascer.
- gostaria que as luzes e ruídos fossem reduzidas e o ar condicionado desligado.
- após o nascimento, gostaria que colocassem o bebê sobre meu peito e que
minhas mãos estejam livres para segura-lo.
- gostaria de permanecer com o bebe no contato pele a pele enquanto estiver na sala de cirurgia sendo costurada.
- também gostaria de amamentar o bebê e ter alojamento conjunto o quanto antes.
Agradeço muito a equipe envolvida e a ajuda para tornar esse momento especial e tão importante para nós em um momento também feliz e tranqüilo como deve ser.
Muito obrigada,
Local e data,
Assinatura dos pais
Assinatura do médico obstetra assinatura do pediatra
*Texto inspirado no livro "Parto Normal ou Cesárea - tudo o que as mulheres deveriam saber." , escrito por Ana Cristina Duarte e Simone Diniz, editora Unesp
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